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Lançamento da 69° edição do Cuaderno del Centro de Estudios de Diseno y Comunicacion



 
 

A Edição foi organizada pelas professoras Maria Verônica Barzola da Universidad de Palermo e Rita Aparecida de Castro Ribeiro da Escola de Design/ UEMG.

 

A edição de numero 69 do Cuaderno del Centro de Estudios de Diseno y Comunicacion, , teve seu lançamento no segundo dia do Colóquio Internacional de Design, 27 de setembro, no auditório do SEBRAE/MG. A Publicação teve como proposta, tratar das diversas áreas de atuação design para promoção social na América Latina. Essa edição também traz artigos dos professores da Escola de Design, Anderson Horta, Camilo Belchior, Simone Marques de Abreu, Caroline Pagnan e Rita Ribeiro. Confira abaixo os resumos dos artigos presentes nessa edição:

O artigo “A Contribuição do Design Social na Preservação Cultural das Rendeiras de Bilro de Morros da Mariana”, de Silvia Sasaoka, Giselle Marques Leite, Mônica Cristina de Moura e  Luís Carlos Paschoarelli demonstra a aplicação do design social às ações realizadas no âmbito do projeto de preservação da cultura e produção da renda de bilro na cidade de Morros da Mariana, no estado do Piauí, trazendo uma reflexão sobre os pressupostos éticos, de cidadania, sustentabilidade e inovação social promovida pelo design.

Em “Educação no século XXI: reflexões sobre o design para a educação básica” os autores Polyana Ferreira Lira da Cruz e Wellington Gomes de Medeiros propõem uma reflexão acerca das relações possíveis entre o design e a educação, tecendo considerações teóricas sobre a educação básica no novo milênio, explorando o aprendizado como processo semiótico, e elaborando um breve comentário sobre as teorias da aprendizagem e das atividades do design como ações pedagógicas relacionadas.

Anderson Horta traça um panorama das relações de consumo que se estabelecem entre as gerações no artigo “ Design, comportamento e juventude: gerações Baby Boomer, X e Y”, e se baseia no estudo das relações entre a ideia de juventude e referenciais, também propostas de design na contemporaneidade, que vêm espelhando alterações importantes no meio social.

Camilo Belchior no artigo “Quando o design e a ressignificação de uma matéria prima modificam as vidas de uma comunidade: estudo de caso do projeto Cooperárvore do Programa Árvore da Vida da FIAT Automóveis” promove uma reflexão acerca do processo de alteração de significado a partir do estudo de caso, onde as sobras e aparas de materiais usados na indústria automobilística são reaproveitados para criar novos produtos, gerando renda e novas funções para uma comunidade carente.

Na mesma linha, Simone Marques de Abreu no artigo “Significação como possível caminho inovador para projetos de Design de Ambientes”, discute um caminho possível e estratégico de projeção de ambientes pelo viés da significação, apresentada pela inovação guiada pelo design, a partir de uma pesquisa realizada com docentes em Design.

O direito à cidade tem sido nos últimos anos termo recorrente dos ativistas e atores sociais que buscam retomar os espaços urbanos, e assim tornar a cidades um lugar de todos. A cidade de Belo Horizonte vem passando por uma série de mudanças em seu contexto urbano incentivadas por movimentos urbanos que são conhecidos como Coletivos. Nesses processos o Design tem seu papel como ferramenta que promove esses movimentos no espaço urbano. Essa é a discussão apresentada por Elisangela Batista no artigo “Direito à cidade: O Design no processo de retomada da cidade de Belo Horizonte.”

Caroline Salvan Pagnan e Artur Caron Mottin apresentam “ Novas perspectivas da fabricação digital no design social e no desenvolvimento econômico” , discutindo como a cultura do Faça Você Mesmo - FVM (Do it Yourself - DIY), o Movimento Maker e o maior acesso a ambientes que permitem a viabilização de ideias, os espaços de fabricação digital associadas às novas perspectivas do uso da impressão 3D, corte a laser e usinagem CNC podem ser empregadas no desenvolvimento social, econômico e acadêmico.

Luiz Lagares Izidio e Luiza Novaes buscam relacionar e analisar contribuições de conceitos da semiótica no contexto de processos criativos de grupos artesanais com mediação de designers no artigo “ A inovação social potencializada por conceitos semióticos da Tríade do design no processo criativo artesanal”.

O artigo “O design como um modelo de formação empreendedora no ensino superior” de Carlos Henrique Xerfan do Amaral , André Ribeiro de Oliveira e Sandra Maria Nunes Vivone  aborda, a partir de um estudo de caso realizado em uma instituição de ensino superior brasileira, com característica filantrópica, que se situa na região da Leopoldina no Estado do Rio de Janeiro, de que forma o design pode contribuir como um recurso objetivo para a formação superior empreendedora.

Celso Scaletsky, Guilherme Meyer, Stan Ruecker, Piotr Michura, Chiara Del Gaudio, Filipe Campelo Xavier da Costa, Gerry Derksen e Juan de la Rosa  apresentam o desenvolvimento de um sistema analítico físico 3D experimental para fazer a análise qualitativa visando aumentar o engajamento de designers na análise colaborativa e melhorar a qualidade dos resultados no artigo “Um modelo para conversação no processo de design”.

Por fim, ainda pensando no potencial do design como agente de transformação social Rita A. C. Ribeiro apresenta no artigo “Os Caminhos da Pós-Graduação em Design no Brasil: novos paradigmas e outros desafios” uma discussão sobre o atual estágio dos programas de pós-graduação em design no Brasil a partir das transformações e rupturas que se instauram nos paradigmas das ciências no final do século XX e suas implicações na pesquisa em design.

Para ter acesso aos artigos completos clique aqui

 


 

 

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